Evolução dos processadores
Acompanhe a evolução dos processadores nesta galeria de imagens.
Por Roberto Soares
Por Roberto Soares
A história dos PCs é formada basicamente pela evolução de seus componentes, que a cada dia se mostram mais rápidos, menores e mais baratos. Porém, isto não tirou a importância primordial dos processadores dentro de uma máquina. Nesta galeria, nós vamos ver a evolução dos principais 'pequenos chips' para computadores.
1971 até 1981
Em 1971, a Intel lançou seu primeiro processador. O Intel 4004 era usado apenas em calculadoras e tinha capacidade de processamento de 8 bits, mas mostrou na prática a idéia usada até hoje nos processadores: a capacidade de reunir todos os componentes necessários num único chip.
1971 até 1981
Em 1971, a Intel lançou seu primeiro processador. O Intel 4004 era usado apenas em calculadoras e tinha capacidade de processamento de 8 bits, mas mostrou na prática a idéia usada até hoje nos processadores: a capacidade de reunir todos os componentes necessários num único chip.
Apenas quatro anos mais tarde o mundo conheceu o primeiro computador pessoal. A empresa MITS lançou o Altair 8800 em 1975, com o processador 8080 da Intel, que apresenta a velocidade processamento de 2MHz (!!!). O baixo preço da máquina (cerca de US$ 400) a transformou num sucesso comercial para usuários domésticos.
Este sucesso atraiu vários programadores universitários. O caso mais famoso ocorreu com Paul Allen e Bill Gates, que criaram uma versão do BASIC (linguagem de programação) para o Altair 8800 e, no mesmo ano, resolveram abrir sua própria empresa de softwares (Micro-soft na época, Microsoft hoje).
Neste mesmo ano, Steve Wozniak e Steve Jobs lançaram a Apple, que, em 1978, foi a responsável por mostrar às empresas que o computador também era uma ferramenta de produtividade. A máquina Apple II foi a primeira com um software de planilhas eletrônicas (VisiCalc).
Enquanto isso, a IBM, que já era líder no mercado de computadores de grande porte, apenas observava o crescimento deste novo setor. Em 1980, ela começou a agir para também ser líder no mercado de computadores pessoais.
Usando o processador 8088 da Intel, lançado em 1978 como uma versão mais barata do modelo 8086 (ambos de 16 bits), o IBM PC (Personal Computer) foi um sucesso absoluto, vendendo cinco vezes mais do que o planejado pela empresa em seu ano de lançamento. Um dos pontos mais interessantes do IBM PC estava em sua arquitetura. Ao contrário da Apple, que não permitia que outras empresas criassem máquinas compatíveis com as suas, a IBM permitiu este tipo de concorrência – o que foi fundamental para a popularização do 'PC'.
Enquanto isso, a IBM, que já era líder no mercado de computadores de grande porte, apenas observava o crescimento deste novo setor. Em 1980, ela começou a agir para também ser líder no mercado de computadores pessoais.
Usando o processador 8088 da Intel, lançado em 1978 como uma versão mais barata do modelo 8086 (ambos de 16 bits), o IBM PC (Personal Computer) foi um sucesso absoluto, vendendo cinco vezes mais do que o planejado pela empresa em seu ano de lançamento. Um dos pontos mais interessantes do IBM PC estava em sua arquitetura. Ao contrário da Apple, que não permitia que outras empresas criassem máquinas compatíveis com as suas, a IBM permitiu este tipo de concorrência – o que foi fundamental para a popularização do 'PC'.
1981 até 1984
Um dos 'problemas' da IBM antes do lançamento do IBM PC estava na escolha do sistema operacional para a máquina. Após tentativas frustradas com a Digital Research, a IBM procurou a Microsoft, que adquiriu o sistema QDOS (criado por Tim Patterson), melhorou-o e o licenciou como PC-DOS (quando vinha com o IBM PC) ou MS-DOS (quando adquirido separadamente).
Só que, posteriormente, o IBM PC também começou a ser vendido com outros sistemas: o CP/M da Digital Research e o UCSD p-System da Softtech. Mas como o preço destes sistemas era bem maior em comparação ao PC-DOS, a popularidade do IBM PC com PC-DOS só cresceu, o que, em parte, explica a liderança da Microsoft nos dias de hoje.
Dois anos após o lançamento do IBM PC, os desenvolvedores se focavam quase que apenas na versão com PC-DOS, o que causou o fechamento de várias empresas concorrentes. Na ânsia de ganhar mercado, muitas fabricantes de hardware criaram máquinas 'compatíveis' com o IBM PC, mas como a arquitetura das mesmas não era 100% igual à máquina, estes projetos não foram adiante.
Mas pelo fato da arquitetura da IBM era aberta, cedo ou tarde um clone do IBM PC seria lançado. E isto aconteceu em 1983, com o Compaq Portable. Oficialmente, a máquina é conhecida por ser o primeiro notebook do mundo, mas com seus 12 KGs, não se pode dizer que a mesma é 'portátil'. Porém, seu lançamento fez com que nos dois anos seguintes, vários clones do IBM PC (totalmente compatíveis com o original) fossem lançados, ameaçando a hegemonia da IBM no setor.
Um dos 'problemas' da IBM antes do lançamento do IBM PC estava na escolha do sistema operacional para a máquina. Após tentativas frustradas com a Digital Research, a IBM procurou a Microsoft, que adquiriu o sistema QDOS (criado por Tim Patterson), melhorou-o e o licenciou como PC-DOS (quando vinha com o IBM PC) ou MS-DOS (quando adquirido separadamente).
Só que, posteriormente, o IBM PC também começou a ser vendido com outros sistemas: o CP/M da Digital Research e o UCSD p-System da Softtech. Mas como o preço destes sistemas era bem maior em comparação ao PC-DOS, a popularidade do IBM PC com PC-DOS só cresceu, o que, em parte, explica a liderança da Microsoft nos dias de hoje.
Dois anos após o lançamento do IBM PC, os desenvolvedores se focavam quase que apenas na versão com PC-DOS, o que causou o fechamento de várias empresas concorrentes. Na ânsia de ganhar mercado, muitas fabricantes de hardware criaram máquinas 'compatíveis' com o IBM PC, mas como a arquitetura das mesmas não era 100% igual à máquina, estes projetos não foram adiante.
Mas pelo fato da arquitetura da IBM era aberta, cedo ou tarde um clone do IBM PC seria lançado. E isto aconteceu em 1983, com o Compaq Portable. Oficialmente, a máquina é conhecida por ser o primeiro notebook do mundo, mas com seus 12 KGs, não se pode dizer que a mesma é 'portátil'. Porém, seu lançamento fez com que nos dois anos seguintes, vários clones do IBM PC (totalmente compatíveis com o original) fossem lançados, ameaçando a hegemonia da IBM no setor.
A empresa então tentou contra-atacar com o IBM PCjr, que seria uma versão mais acessível e barata do IBM PC original, mas foi um fracasso de vendas. Então, a IBM decidiu lançar o verdadeiro sucessor do IBM PC.
Em 1982, a Intel lançou seu novo processador 80286, sucessor do 8086/8088, com velocidades entre 6 MHz e 25 MHz. Neste mesmo ano, a AMD surgiu como uma empresa de processadores, trabalhando com os modelos da Intel, já que a IBM começou a exigir pelo menos duas indústrias para o fornecimento de processadores para suas máquinas.
O Intel 80286 só foi usado comercialmente a partir de 1984, justamente no sucessor do IBM PC, o IBM PC AT. Ao manter a compatibilidade dos aplicativos criados para o IBM PC, a empresa levou o computador pessoal a um novo patamar.
1984 até 1985
Com o tempo, clones do IBM PC AT também foram lançados, consolidando de uma vez por todas o padrão DOS. Se um programador criasse um aplicativo para o IBM PC, este rodaria em todos os clones do IBM PC, no IBM PC AT e em todos os clones do IBM PC AT - note que esta padronização é parte integrante do mercado até hoje.
Só que no mesmo ano, um rival do PC surgiu com uma idéia ainda não vista.. A Apple lançou o Macintosh ao mundo com interface gráfica - usando o recém criado mouse e conceitos vistos até hoje, como janelas de programas e sobreposição de janelas. Embora alguns aplicativos do PC (e PC AT) tenham sido convertidos para o Macintosh, isto não foi suficiente para tirar uma quantidade significativa de usuários do PC.
Com o tempo, clones do IBM PC AT também foram lançados, consolidando de uma vez por todas o padrão DOS. Se um programador criasse um aplicativo para o IBM PC, este rodaria em todos os clones do IBM PC, no IBM PC AT e em todos os clones do IBM PC AT - note que esta padronização é parte integrante do mercado até hoje.
Só que no mesmo ano, um rival do PC surgiu com uma idéia ainda não vista.. A Apple lançou o Macintosh ao mundo com interface gráfica - usando o recém criado mouse e conceitos vistos até hoje, como janelas de programas e sobreposição de janelas. Embora alguns aplicativos do PC (e PC AT) tenham sido convertidos para o Macintosh, isto não foi suficiente para tirar uma quantidade significativa de usuários do PC.
Claro que o mercado de PCs não iria ficar parado, e várias interfaces gráficas foram lançadas para o DOS, como o Windows 1.0 (lançado em 1985). Como nenhuma destas interfaces tinha muitos softwares compatíveis, elas também acabaram não sendo bem aceitas inicialmente pelo mercado.
Também em 1985, a Intel lança o sucessor do processador 80286. O 80386, com velocidades entre 12 MHz e 40 MHz, foi o primeiro processador a trazer instruções de 32 bits (as mesmas instruções usadas até hoje). O chip também foi o primeiro a receber variações dentro da mesma arquitetura, com versões SX (de baixo custo), SL (com instruções próprias para computadores portáteis) e DX (versão original, que recebeu a sigla para se destacar perante as variações).
Pela primeira vez, 'clones' foram lançados antes de produtos da própria IBM, o que ditou um novo padrão de mercado. Agora, um programa ou dispositivo não precisava ser compatível com máquinas da IBM, mas sim com uma única arquitetura - processador Intel com sistema DOS.
1985 até 1993
A IBM percebeu que tinha perdido o controle do mercado de PCs, e agiu pra recuperá-lo em 1987, com o lançamento do IBM PS/2. Trazendo versões levemente diferenciadas dos processadores Intel, as máquinas PS/2 tinham um arquitetura de hardware diferente dos PCs (embora compatível com os programas lançados até então), que não foi adotada pelas fabricantes de máquinas clones, devido aos altos custos de licenciamento cobrados pela IBM.
Isto fez com que a tecnologia do PS/2 não fosse adotada pelo mercado, que preferiu continuar investindo no PC. Porém, não se pode diminuir a importância do PS/2, que trouxe novas tecnologias que são usadas até hoje, como os conectores PS/2 para mouse e teclado e a tecnologia de vídeos VGA.
No mercado de processadores para PC, a Intel lançou o sucessor do 80386 em 1987. O processador 486, com velocidades entre 16 MHz e 100 MHz, recebeu várias versões, e foi o primeiro chip a permitir que mais de uma instrução fosse processada no mesmo ciclo de processamento. Porém, tanto processamento tem um preço. Os chips 486 foram os primeiros a precisar de um sistema de refrigeração - pequenos dissipadores em cima dos chips - e isto apenas aumentou com o passar dos anos.
A IBM percebeu que tinha perdido o controle do mercado de PCs, e agiu pra recuperá-lo em 1987, com o lançamento do IBM PS/2. Trazendo versões levemente diferenciadas dos processadores Intel, as máquinas PS/2 tinham um arquitetura de hardware diferente dos PCs (embora compatível com os programas lançados até então), que não foi adotada pelas fabricantes de máquinas clones, devido aos altos custos de licenciamento cobrados pela IBM.
Isto fez com que a tecnologia do PS/2 não fosse adotada pelo mercado, que preferiu continuar investindo no PC. Porém, não se pode diminuir a importância do PS/2, que trouxe novas tecnologias que são usadas até hoje, como os conectores PS/2 para mouse e teclado e a tecnologia de vídeos VGA.
No mercado de processadores para PC, a Intel lançou o sucessor do 80386 em 1987. O processador 486, com velocidades entre 16 MHz e 100 MHz, recebeu várias versões, e foi o primeiro chip a permitir que mais de uma instrução fosse processada no mesmo ciclo de processamento. Porém, tanto processamento tem um preço. Os chips 486 foram os primeiros a precisar de um sistema de refrigeração - pequenos dissipadores em cima dos chips - e isto apenas aumentou com o passar dos anos.
Um ano depois, nasceu a empresa Cyrix, que fabricava co-processadores matemáticos, que aumentavam de forma visível o desempenho de processadores 80286 e 80386 - processadores Intel 486 vinham com este co-processador embutido. A partir de 1992, a Cyrix também começou a criar processadores compatíveis com os da Intel, o que rendeu processos entre as empresas (já que, ao contrário da AMD, a Cyrix não tinha autorização da Intel para tal). Os nomes dos processadores da Cyrix, com numeração semelhante à usada pela Intel, juntamente com decisões legais, fizeram a Intel adotar uma marca registrada para seus futuros processadores.
Enquanto isso, a Microsoft lançou o Windows 2.0 em 1987, melhorando praticamente todos os aspectos do Windows 1.0 e o Windows 3.0 em 1990. Porém, o Windows 3.1, lançado em 1992 foi o grande responsável pela popularização do Windows como sistema operacional padrão dos PCs. Com melhoras significativas, principalmente na estabilidade, o Windows 3.1 manteve a compatibilidade do DOS e atraiu novos desenvolvedores, que criaram vários programas para ele.
1993 até 1998
Em 1993, a Intel lançou o sucessor do 486. O processador Pentium, com velocidades entre 60 MHz e 300 MHz, foi um sucesso de mercado graças também ao sucesso do Windows 95, que usava (e abusava) do processamento. Um ano depois, surgiu a linha Pentium MMX, com as mesmas características, com instruções de processamento voltadas para aplicações multimídia.
Em 1993, a Intel lançou o sucessor do 486. O processador Pentium, com velocidades entre 60 MHz e 300 MHz, foi um sucesso de mercado graças também ao sucesso do Windows 95, que usava (e abusava) do processamento. Um ano depois, surgiu a linha Pentium MMX, com as mesmas características, com instruções de processamento voltadas para aplicações multimídia.
Em 1995, surgiu o oficial sucessor do Pentium. A linha de processadores Pentium Pro, com velocidades entre 150 MHz e 200 MHz era mais veloz que os processadores Pentium originais, mas não traziam as instruções multimídia dos modelos MX. Foi substituída em dois anos, mas trouxe uma novidade que pode ser vista até hoje: a possibilidade de rodar mais de um processador na mesma máquina.
No ano seguinte, a AMD lançou seu primeiro processador rival do Pentium feito com tecnologia própria. O AMD K5 não conseguiu uma porcentagem significativa de mercado, pois era mais lento do que os modelos Pentium compatíveis. Em 1997, a Intel lança o Pentium II, com velocidades entre 233 MHz e 450 MHz, e a AMD lança o sucessor do K5. Seu processador K6, com velocidades entre 166 MHz e 300 MHz, é a primeira ameaça real ao mercado da Intel, já que oferecia o mesmo processamento do Pentium II com preços menores.
A Intel decidiu contra atacar em 1998, dividindo sua família de processadores em três: Pentium para o mercado doméstico; Celeron, para computadores de baixo custo; e Xeon, para servidores que precisavam de alto desempenho. Embora o formato dos processadores fisicamente não tenha mudado muito, a Intel resolveu inserir seus recursos numa espécie de placa própria de circuito integrado, o que fez com que os chips viessem numa espécie de ‘cartucho’.
1999 até 2004
Em 1999, Intel e AMD lançaram seus novos processadores. Enquanto o Pentium III apresentava velocidades entre 450 MHz e 1.4 GHz, o AMD Athlon ganhou várias revisões, que permitiram velocidades entre 500 MHz e 2.33 GHz. Ambas as empresas mudaram levemente a arquitetura de seus chips, mas melhorias feitas nas revisões do Athlon permitiram que o mesmo tivesse uma vida comercial bem maior do que os processadores Pentium III.
Em 1999, Intel e AMD lançaram seus novos processadores. Enquanto o Pentium III apresentava velocidades entre 450 MHz e 1.4 GHz, o AMD Athlon ganhou várias revisões, que permitiram velocidades entre 500 MHz e 2.33 GHz. Ambas as empresas mudaram levemente a arquitetura de seus chips, mas melhorias feitas nas revisões do Athlon permitiram que o mesmo tivesse uma vida comercial bem maior do que os processadores Pentium III.
Em 2000, os processadores Pentium IV foram lançados, com uma nova arquitetura completamente diferente da usada desde os processadores Pentium Pro (mas compatíveis com todos os programas lançados até então), com velocidades entre 1.3 GHz e 3.8 GHz. Como é possível perceber, o grande objetivo da Intel era atingir a maior velocidade possível de processamento - embora isto não garanta necessariamente um processamento mais rápido.
Justamente por isto, os processadores Pentium IV nunca foram realmente bem aceitos pelo mercado, já que, com o tempo, esta afirmação pode ser comprovada nos próprios produtos. Como grande novidade, estes processadores apresentaram a tecnologia Hyper-threading (HT), que permite que um único processador opere como dois processadores virtuais.
Justamente por isto, os processadores Pentium IV nunca foram realmente bem aceitos pelo mercado, já que, com o tempo, esta afirmação pode ser comprovada nos próprios produtos. Como grande novidade, estes processadores apresentaram a tecnologia Hyper-threading (HT), que permite que um único processador opere como dois processadores virtuais.
Enquanto isso, a AMD lançava a revisão mais famosa do Athlon, chamada de Athlon XP (uma referência não oficial ao Windows XP) e lançava o primeiro processador doméstico com tecnologia 64 bits (mantendo a compatibilidade com a atual tecnologia 32 bits). O Athlon 64 foi um sucesso de mercado e obrigou a Intel a adotar a mesma arquitetura 64 bits um ano após sua grande rival.
2004 até 2008
Com a AMD obtendo cada vez mais espaço, a Intel decidiu contra-atacar com base na arquitetura mais recente do Pentium III (provando que a arquitetura do Pentium IV evoluiu pelo caminho errado). No entanto, a AMD mais uma vez inovou no mercado de processadores domésticos, sendo a primeira empresa a lançar um processador dual-core (Athlon 64 X2, em Junho de 2005) para o mercado de PCs. A nova arquitetura permitiu ter dois núcleos de processamento num único chip de processador, aumentando o desempenho do mesmo sem a necessidade de aumentar a velocidade de processamento.
Com a AMD obtendo cada vez mais espaço, a Intel decidiu contra-atacar com base na arquitetura mais recente do Pentium III (provando que a arquitetura do Pentium IV evoluiu pelo caminho errado). No entanto, a AMD mais uma vez inovou no mercado de processadores domésticos, sendo a primeira empresa a lançar um processador dual-core (Athlon 64 X2, em Junho de 2005) para o mercado de PCs. A nova arquitetura permitiu ter dois núcleos de processamento num único chip de processador, aumentando o desempenho do mesmo sem a necessidade de aumentar a velocidade de processamento.
A Intel chamou a atenção do mercado em 2006 com a linha de processadores Core Duo e Core Solo (respectivamente com dois e um núcleo), resultantes das várias melhorias aplicadas na plataforma dos processadores Pentium Mobile (para Notebooks), que por sua vez são derivados do Pentium III. No ano seguinte, os sucessores da linha Core 2 apresentam versões Solo (com um chip), Duo (com dois chips), Quad (com quatro chips) e Extreme (com dois ou quatro núcleos, voltada para entusiastas).
A corrida para processadores mais rápidos, com mais núcleos e com menos gasto energético - o que resulta em menos calor dissipado - ganhou um novo capítulo no último mês, com o lançamento dos primeiros modelos Intel Core i7 (sucessores da família Core 2). Pelo menos por enquanto, todos os modelos apresentados (com velocidades variando entre 2.66 GHz e 3.2 GHz) apresentam quatro núcleos.
A tecnologia HT, que permitia que os processadores Pentium IV agissem como dois processadores, foi recolocada nos processadores Core i7 – em termos práticos, ela permite que um processador aja como oito processadores (já que apresenta quatro núcleos). Apenas imagine quatro núcleos de processamento trabalhando a 3.2 GHz cada... e pensar que o Altair 8800, 23 anos atrás, tinha um processador com apenas 2 MHz!
A tecnologia HT, que permitia que os processadores Pentium IV agissem como dois processadores, foi recolocada nos processadores Core i7 – em termos práticos, ela permite que um processador aja como oito processadores (já que apresenta quatro núcleos). Apenas imagine quatro núcleos de processamento trabalhando a 3.2 GHz cada... e pensar que o Altair 8800, 23 anos atrás, tinha um processador com apenas 2 MHz!
Fonte de Consulta:
http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Galeria-Evolucao-dos-processadores_a33780_z0.aspx