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terça-feira, 13 de julho de 2010
Proteja suas informações bancárias.
Proteja suas informações bancárias!
Saiba como acessar suas contas de banco de forma segura.
Por Igor Pankiewicz em 11/11/2008
Pensando em aderir à onda virtual e em começar a acessar sites de bancos, lojas e outros serviços, mas teme pela segurança da sua conta e do seu cartão de crédito? Então confira o que você deve — ou não — fazer para que tudo corra bem.
As seguintes dicas são mais focadas ao acesso de sites de bancos (em especial ao Banco do Brasil), no entanto podem ser aplicadas para quaisquer outros que envolvam operações financeiras e trocas de dados pessoais — caso das grandes lojas virtuais, como Mercado Livre, Buscapé, Americanas.com e Submarino.
O básico: Antivírus
O mercado está repleto deles e se você não puder pagar por uma licença, fique tranqüilo: existem muitos outros gratuitos, extremamente leves e que oferecem um elevado nível de proteção. Bons exemplos de alternativas são o Avira, Avast e AVG, populares entre os usuários.
Logos dos Antivírus.
Com algum deles instalado no seu computador, verifique se:
1. A proteção residente (ou ativa) está ligada para verificar constantemente os arquivos executados.
2. O antivírus está devidamente registrado com a central de segurança do Windows (essa informação pode ser conferida através do Menu Iniciar, Painel de controle, Central de Segurança). Se tudo estiver de acordo, a proteção contra malwares estará em verde, ao contrário do exibido na imagem abaixo.
Verifique se a sua tela NÃO fica assim!
3. O seu banco de dados está atualizado. Todos os antivírus listados buscam estas atualizações automaticamente, você só precisa ter uma conexão de internet ativada.
Registrando sua senha
Evite pontos de acesso público para não comprometer seus dados.Antes de obter acesso à sua conta, alguns dos bancos requerem que você registre senhas de entrada e também o seu computador (para transações financeiras) através de códigos específicos. Eles podem ser cadastrados por caixas eletrônicos ou ainda com o auxílio dos atendentes nas agências.
Caso tenha dúvidas com relação ao procedimento, entre em contato pelo telefone ou dirija-se à agência mais próxima.
Apenas de locais confiáveis
Se o seu computador de casa já pode oferecer ameaças à sua segurança — devido ao acesso constante de Internet, download de arquivos suspeitos, links espiões em redes sociais e e-mails com vírus — imagine uma máquina de acesso público!
Portanto, se proteja. Evite ao máximo acessar as suas contas de bancos em LAN Houses, CyberCafés e outros locais, nos quais mais de uma pessoa tem acesso ao computador em questão.
O perigo da caixa de entrada – Phishing parte I
A não ser quando solicitados, os bancos nunca enviarão e-mails a respeito de informações cadastrais. Se receber algum requisitando atualizações de senhas (ou de qualquer outra natureza), apague-o imediatamente e entre em contato com o banco.
De uma forma geral, estas mensagens são enviadas por hackers e ladrões. É justamente através de mensagens falsas e páginas clonadas (conforme descritas abaixo) que a maioria dos golpes ganha forma.
A modalidade é conhecida como Phishing, vindo diretamente da palavra “Fish” — pescar, em inglês — e aplicando o conceito de “pescar” informações dos usuários, tais como senhas e informações confidenciais.
Confira a barra de endereços do navegador – Phishing parte II
Ao entrar no site, digite sempre o endereço padrão da página, como www.bb.com.br, para o Banco do Brasil. É comum que você seja direcionado a páginas internas com terminação diferente, no entanto, o endereço principal deve sempre seguir padrões similares ao original.
Novamente, alterações maiores podem significar que o site não é original, constituindo outra modalidade de Phishing. Vale ressaltar que alguns navegadores, como o Internet Explorer mais recente, já possuem filtros especializados em detectar tais fraudes.
Outra dica essencial: quando você digitar seu número de conta e agência e passar para a próxima tela, um cadeado aparecerá na barra de status do navegador ou logo ao lado do endereço e o HTTP:// se transformará em HTTPS://, significando que há um protocolo de segurança em ação.
O cadeado tem que aparecer!
Querendo verificar as informações mais afundo, apenas dê dois cliques sobre este cadeado.
De olho no teclado virtual
Como medida preventiva, todos os bancos utilizam teclados virtuais (baseados em Java, lembre-se de instalá-lo!) para a digitação de senhas. Eles possuem ajustes de contraste e podem, inclusive, mudar aleatoriamente a cada seleção. Este procedimento é crucial para evitar que algum programa espião (Spyware) colete seus dados durante a digitação e reforça a sua segurança.
Tecaldo virtual do Banco do Brasil.
Caso suspeite de algo, experimente minimizar a janela do navegador, se o teclado permanecer na tela é porque ele não pertence ao sistema do site! Feche seu navegador imediatamente e verifique os programas que estão rodando pressionando as teclas Ctrl+Alt+Delete.
Finalizando o procedimento
Sempre que acabar de verificar suas informações ou que completar as transações e desejar sair da página do banco, não clique diretamente sobre o botão “Fechar”, da janela do navegador.
Busque sempre a opção “Sair”, dentro da página. Ela funciona exatamente como a opção “Logoff” no Windows, ou em sites de e-mails, quebrando completamente o seu acesso ao site. Desta forma ninguém poderá restaurar a janela do navegador e obter, acidentalmente, acesso aos seus dados.
As principais dicas são estas. Com um pouco de cautela com relação aos sites que você acessa e ao conteúdo que você baixa e instala na sua máquina, dificilmente problemas surgirão com o acesso da sua conta de banco.
E vale lembrar: nunca clique em links de natureza suspeita, principalmente com terminações “.exe”, em sites de redes sociais — como Orkut e Gazzag — ou em programas de conversa, como o MSN.
O que as empresas de internet sabem sobre você?
O que as empresas de internet sabem sobre você?
Privacidade é uma palavra que já não existe no vocabulário da internet. Saiba o que fazer para pelo menos amenizar esse problema.
Por Renan Roesler Hamann em 3/3/2010
Por anos as pessoas utilizaram a internet tranquilamente, imaginando que o fato de ninguém estar olhando garantia plenamente um dos direitos que todo cidadão possui: privacidade. Páginas diversas eram abertas sem medo, dados sigilosos eram passados e os internautas não se preocupavam com a publicidade direcionada.
Mas hoje não dá mais para ser ingênuo e acreditar que é possível navegar pela internet de forma totalmente privativa. Mesmo que seus pais não vejam o que você está fazendo, as grandes corporações possuem acesso à grande maioria das informações passadas por você mesmo. Isso só prova que a cada dia e, quanto mais utilizam a internet, os usuários possuem menos privacidade.
Privacidade existe?
Cada tecla digitada e cada clique dado são identificados e transmitem dados vitais acerca da personalidade de cada um. Não será estranho se em alguns anos todos os usuários forem bombardeados apenas com propagandas de produtos que realmente despertem interesse neles.
Isso se deve ao fato de que, devido aos registros de navegação, empresas como a Google conseguem traçar perfis detalhados de consumo. Hoje isso já pode ser visto, em menor escala, com os AdSenses, que identificam pelos acessos do usuário quais as palavras em uma determinada página podem despertar interesse, criando links para sites de produtos.
Ao que tudo indica, a resposta é não!
E não é apenas pelos registros de navegação que os servidores têm acesso às informações pessoais. Buscas e acessos em redes sociais também deixam rastros facilmente farejáveis pelas gigantes da internet.
Os problemas do Orkut
Deve-se lembrar também que redes sociais como o Orkut ainda possuem um agravante bastante relevante. Não é apenas a Google que tem acesso às informações passadas pelo usuário, outros usuários também podem rastrear dados, o que é muito pior, pois dá margem a uma série de questões de abusos legais e morais.
Para evitar grandes invasões de privacidade, recomenda-se a proteção dos dados pessoais. Assim fica mais difícil que usuários mal-intencionados criem perfis falsos seus, utilizem suas fotos para fazer montagens ou mesmo para divulguem serviços aos quais você não é adepto, como redes de prostituição.
Opções de privacidade
Na tela inicial do Orkut, basta acessar a aba de configurações e em “Privacidade”. Há várias opções que, para tornar a rede social mais privativa, devem ser marcadas como “Apenas meus amigos”. Essas opções são referentes às páginas de recados e depoimentos, além de eventos, vídeos e fotos.
Mas de nada vale criar várias barreiras de acesso às pessoas que não estão em sua rede, se você permitir que pessoas desconhecidas ingressem nela. Por isso cuidado ao aceitar perfis desconhecidos como amigos, só aceite aqueles que você tem certeza de que realmente conhece e que não utilizarão seus dados e imagens.
“Sigam-me os bons”
Outra rede social que está bombando entre os brasileiros é o Twitter. O serviço que permite que seus usuários postem o que estão fazendo ou suas impressões acerca de algum fato importante ganhou muitos adeptos, o que também desperta o interesse daqueles não muito confiáveis.
Recomenda-se a proteção dos tweets para que apenas usuários autorizados possam ter acesso às suas postagens. O mesmo que foi dito sobre o Orkut se aplica também nesse caso, não adianta proteger as postagens, se todos os pedidos para liberação forem concedidos.
Proteção de tweets
Pelo fato de o Twitter também estar na rede mundial de computadores, por mais que isso seja óbvio, as informações postadas nele também ficam armazenadas em registros de determinados IPs. Ou seja, todos os links postados mostram para as empresas de publicidade e pesquisa qual é o perfil de cada usuário.
Além dos limites dos computadores
Se você estava pensando que a falta de privacidade se limita à internet utilizada em computadores, está muito enganado. Com os constantes avanços nos celulares, a grande maioria dos aparelhos lançados hoje já possui internet móvel integrada.
A internet móvel também possui registros de navegação, além disso, os celulares também podem possuir GPS integrado. Os problemas da localização eletrônica são basicamente dois: operadoras podem saber a qualquer instante em que local você está; e num futuro próximo é possível que sejam enviadas propagandas automáticas quando o usuário estiver perto de alguma empresa conveniada.
Posicionamento global
Essa falta de privacidade global pode ser facilmente resolvida por meio da desativação do GPS em cada celular. Com esse procedimento as operadoras não têm acesso à localização do usuário, que só poderá ser encontrado quando habilitar novamente a função do aparelho.
Mensageiros instantâneos e a falsa sensação de segurança
Os softwares mensageiros instantâneos funcionam da seguinte maneira: dois usuários conectam-se e trocam mensagens sem qualquer interferência de um servidor remoto, portanto tudo o que é conversado ou arquivos que são enviados na conversa, só são vistos pelos dois. Certo? Claro que não, esse é um erro recorrente que deve ser evitado.
Ao conectar-se ao Windows Live Messenger, por exemplo, os usuários estão se ligando a uma central enorme de servidores que conectam uns aos outros. Tudo o que é enviado, antes de ser entregue aos outros clientes, passa pelos servidores que fazem registro do que é transmitido.
Cuidado com o outro lado
E não há forma de escapar disso, não há programa de mensagens instantâneas que fuja do padrão. Mas isso não pode ser considerado um problema, visto que esse modelo ajuda a evitar que invasores utilizem os softwares para invadir computadores alheios pelo Messenger. Logicamente a segurança fica longe dos 100%, mas também bem acima da oferecida por programas de conexão direta.
Conclusão
Este artigo foi escrito na intenção de mostrar aos usuários o quanto a internet pode abrir portas para o fim da privacidade. Também é necessário ressaltar o quanto essa “invasão” contribui e permanecerá contribuindo para a criação de perfis de consumidor, que muito serão utilizados pela publicidade na web nos próximos anos.
É mesmo seguro?Não é possível medir até que ponto a captação de informações é algo legal e a partir de que ponto ela se torna efetivamente uma “invasão de privacidade”, mas é fato que poucos usuários têm consciência do quanto estão sendo observadas ao navegar pela internet.
Sabendo que a web não é um poço de segurança e privacidade, o mínimo que os usuários podem fazer é tomar alguns cuidados básicos quando acessarem sites ou mesmo conversarem com seus amigos. Evitar passar informações para desconhecidos e deixar muitos dados pessoais à mostra são alguns dos passos principais para a manutenção do pouco de privacidade que resta na internet.
Há algumas soluções básicas que ajudam a manter o sigilo da navegação, todas elas estão ligadas à não utilização de logs de acesso. A primeira é a mais básica: utilizar janelas anônimas ou cancelar o armazenamento de históricos dos navegadores.
Desabilitar os códigos CSS de estilos também é uma boa ideia, pois a cada link visitado os códigos-fonte são acessados e transmitem informações de navegação aos servidores. A última opção é a utilização de extensões para que os navegadores mantenham as conexões anônimas, não liberando o endereço de IP para as empresas.
Você achou interessante saber que está sendo vigiado pelas empresas de internet e que num futuro próximo poderá ser bombardeado por publicidade direcionada? E em sua opinião, qual o limite entre “captação legal de informações” e “invasão de privacidade”?
Privacidade é uma palavra que já não existe no vocabulário da internet. Saiba o que fazer para pelo menos amenizar esse problema.
Por Renan Roesler Hamann em 3/3/2010
Por anos as pessoas utilizaram a internet tranquilamente, imaginando que o fato de ninguém estar olhando garantia plenamente um dos direitos que todo cidadão possui: privacidade. Páginas diversas eram abertas sem medo, dados sigilosos eram passados e os internautas não se preocupavam com a publicidade direcionada.
Mas hoje não dá mais para ser ingênuo e acreditar que é possível navegar pela internet de forma totalmente privativa. Mesmo que seus pais não vejam o que você está fazendo, as grandes corporações possuem acesso à grande maioria das informações passadas por você mesmo. Isso só prova que a cada dia e, quanto mais utilizam a internet, os usuários possuem menos privacidade.
Privacidade existe?
Cada tecla digitada e cada clique dado são identificados e transmitem dados vitais acerca da personalidade de cada um. Não será estranho se em alguns anos todos os usuários forem bombardeados apenas com propagandas de produtos que realmente despertem interesse neles.
Isso se deve ao fato de que, devido aos registros de navegação, empresas como a Google conseguem traçar perfis detalhados de consumo. Hoje isso já pode ser visto, em menor escala, com os AdSenses, que identificam pelos acessos do usuário quais as palavras em uma determinada página podem despertar interesse, criando links para sites de produtos.
Ao que tudo indica, a resposta é não!
E não é apenas pelos registros de navegação que os servidores têm acesso às informações pessoais. Buscas e acessos em redes sociais também deixam rastros facilmente farejáveis pelas gigantes da internet.
Os problemas do Orkut
Deve-se lembrar também que redes sociais como o Orkut ainda possuem um agravante bastante relevante. Não é apenas a Google que tem acesso às informações passadas pelo usuário, outros usuários também podem rastrear dados, o que é muito pior, pois dá margem a uma série de questões de abusos legais e morais.
Para evitar grandes invasões de privacidade, recomenda-se a proteção dos dados pessoais. Assim fica mais difícil que usuários mal-intencionados criem perfis falsos seus, utilizem suas fotos para fazer montagens ou mesmo para divulguem serviços aos quais você não é adepto, como redes de prostituição.
Opções de privacidade
Na tela inicial do Orkut, basta acessar a aba de configurações e em “Privacidade”. Há várias opções que, para tornar a rede social mais privativa, devem ser marcadas como “Apenas meus amigos”. Essas opções são referentes às páginas de recados e depoimentos, além de eventos, vídeos e fotos.
Mas de nada vale criar várias barreiras de acesso às pessoas que não estão em sua rede, se você permitir que pessoas desconhecidas ingressem nela. Por isso cuidado ao aceitar perfis desconhecidos como amigos, só aceite aqueles que você tem certeza de que realmente conhece e que não utilizarão seus dados e imagens.
“Sigam-me os bons”
Outra rede social que está bombando entre os brasileiros é o Twitter. O serviço que permite que seus usuários postem o que estão fazendo ou suas impressões acerca de algum fato importante ganhou muitos adeptos, o que também desperta o interesse daqueles não muito confiáveis.
Recomenda-se a proteção dos tweets para que apenas usuários autorizados possam ter acesso às suas postagens. O mesmo que foi dito sobre o Orkut se aplica também nesse caso, não adianta proteger as postagens, se todos os pedidos para liberação forem concedidos.
Proteção de tweets
Pelo fato de o Twitter também estar na rede mundial de computadores, por mais que isso seja óbvio, as informações postadas nele também ficam armazenadas em registros de determinados IPs. Ou seja, todos os links postados mostram para as empresas de publicidade e pesquisa qual é o perfil de cada usuário.
Além dos limites dos computadores
Se você estava pensando que a falta de privacidade se limita à internet utilizada em computadores, está muito enganado. Com os constantes avanços nos celulares, a grande maioria dos aparelhos lançados hoje já possui internet móvel integrada.
A internet móvel também possui registros de navegação, além disso, os celulares também podem possuir GPS integrado. Os problemas da localização eletrônica são basicamente dois: operadoras podem saber a qualquer instante em que local você está; e num futuro próximo é possível que sejam enviadas propagandas automáticas quando o usuário estiver perto de alguma empresa conveniada.
Posicionamento global
Essa falta de privacidade global pode ser facilmente resolvida por meio da desativação do GPS em cada celular. Com esse procedimento as operadoras não têm acesso à localização do usuário, que só poderá ser encontrado quando habilitar novamente a função do aparelho.
Mensageiros instantâneos e a falsa sensação de segurança
Os softwares mensageiros instantâneos funcionam da seguinte maneira: dois usuários conectam-se e trocam mensagens sem qualquer interferência de um servidor remoto, portanto tudo o que é conversado ou arquivos que são enviados na conversa, só são vistos pelos dois. Certo? Claro que não, esse é um erro recorrente que deve ser evitado.
Ao conectar-se ao Windows Live Messenger, por exemplo, os usuários estão se ligando a uma central enorme de servidores que conectam uns aos outros. Tudo o que é enviado, antes de ser entregue aos outros clientes, passa pelos servidores que fazem registro do que é transmitido.
Cuidado com o outro lado
E não há forma de escapar disso, não há programa de mensagens instantâneas que fuja do padrão. Mas isso não pode ser considerado um problema, visto que esse modelo ajuda a evitar que invasores utilizem os softwares para invadir computadores alheios pelo Messenger. Logicamente a segurança fica longe dos 100%, mas também bem acima da oferecida por programas de conexão direta.
Conclusão
Este artigo foi escrito na intenção de mostrar aos usuários o quanto a internet pode abrir portas para o fim da privacidade. Também é necessário ressaltar o quanto essa “invasão” contribui e permanecerá contribuindo para a criação de perfis de consumidor, que muito serão utilizados pela publicidade na web nos próximos anos.
É mesmo seguro?Não é possível medir até que ponto a captação de informações é algo legal e a partir de que ponto ela se torna efetivamente uma “invasão de privacidade”, mas é fato que poucos usuários têm consciência do quanto estão sendo observadas ao navegar pela internet.
Sabendo que a web não é um poço de segurança e privacidade, o mínimo que os usuários podem fazer é tomar alguns cuidados básicos quando acessarem sites ou mesmo conversarem com seus amigos. Evitar passar informações para desconhecidos e deixar muitos dados pessoais à mostra são alguns dos passos principais para a manutenção do pouco de privacidade que resta na internet.
Há algumas soluções básicas que ajudam a manter o sigilo da navegação, todas elas estão ligadas à não utilização de logs de acesso. A primeira é a mais básica: utilizar janelas anônimas ou cancelar o armazenamento de históricos dos navegadores.
Desabilitar os códigos CSS de estilos também é uma boa ideia, pois a cada link visitado os códigos-fonte são acessados e transmitem informações de navegação aos servidores. A última opção é a utilização de extensões para que os navegadores mantenham as conexões anônimas, não liberando o endereço de IP para as empresas.
Você achou interessante saber que está sendo vigiado pelas empresas de internet e que num futuro próximo poderá ser bombardeado por publicidade direcionada? E em sua opinião, qual o limite entre “captação legal de informações” e “invasão de privacidade”?
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